A verdadeira história de São Jorge



Em torno do século III D.C., quando Diocleciano era imperador de Roma, havia nos domínios do seu vasto Império um jovem soldado chamado Jorge de Anicii. Filho de pais cristãos, converteu-se a Cristo ainda na infância, quando passou a temer a Deus e a crer em Jesus como seu único e suficiente salvador pessoal. Nascido na antiga Capadócia, região que atualmente pertence à Turquia, Jorge mudou-se para a Palestina com sua mãe, após a morte de seu pai. Tendo ingressado para o serviço militar, distinguiu-se por sua inteligência, coragem, capacidade organizativa, força física e porte nobre. Foi promovido a capitão do exército romano devido a sua dedicação e habilidade.

Tantas qualidades chamaram a atenção do próprio Imperador, que decidiu lhe conferir o título de Conde. Com a idade de 23 anos passou a residir na corte imperial em Roma, exercendo altas funções. Nessa mesma época, o Imperador Diocleciano traçou planos para exterminar os cristãos. No dia marcado para o senado confirmar o decreto imperial, Jorge levantou-se no meio da reunião declarando-se espantado com aquela decisão, e afirmou que os os ídolos adorados nos templos pagãos eram falsos deuses. Todos ficaram atônitos ao ouvirem estas palavras de um membro da suprema corte romana, defendendo com grande coragem sua fé em Jesus Cristo como Senhor e salvador dos homens.

Indagado por um cônsul sobre a origem desta ousadia, Jorge prontamente respondeu-lhe que era por causa da VERDADE. O tal cônsul, não satisfeito, quis saber: "O QUE É A VERDADE?". Jorge respondeu: "A verdade é meu Senhor Jesus Cristo, a quem vós perseguis, e eu sou servo de meu redentor Jesus Cristo, e nEle confiado me pus no meio de vós para dar testemunho da Verdade." Como Jorge mantinha-se fiel a Jesus, o Imperador tentou fazê-lo desistir da fé torturando-o de vários modos. E, após cada tortura, era levado perante o Imperador, que lhe perguntava se renegaria a Jesus para adorar os ídolos. Porém, este santo homem de DEUS jamais abriu mão de suas convicções e de seu amor ao SENHOR Jesus. Todas as vezes em que foi interrogado, sempre declarou-se servo do DEUS Vivo, mantendo seu firme posicionamento de somente a Ele temer e adorar.

Em seu coração, Jorge de Capadócia discernia claramente o própósito de tudo o que lhe ocorria: “... vos hão de prender e perseguir, entregando-vos às sinagogas e aos cárceres, e conduzindo-vos à presença de reis e governadores, por causa do meu nome. Isso vos acontecerá para que deis testemunho”. (Lucas 21.12:13 – Grifo nosso). A fé deste servo de DEUS era tamanha que muitas pessoas passaram a crer em Jesus e confessa-lo como SENHOR por intermédio da pregação do jovem soldado romano. Durante seu martírio, Jorge mostrou-se tão confiante em Cristo Jesus e na obra redentora da cruz, que a própria Imperatriz alcançou a Graça da salvação eterna, ao entregar sua vida ao SENHOR. Seu testemunho de fidelidade e amor a DEUS arrebatou uma geração de incrédulos e idólatras romanos.

Por fim, Diocleciano mandou degolar o jovem e fiel discípulo de Jesus, em 23 de abril de 303. Logo a devoção a “São” Jorge tornou-se popular. Celebrações e petições a imagens que o representavam se espalharam pelo Oriente e, depois das Cruzadas, tiveram grande entrada no Ocidente. Além disso, muitas lendas foram se somando a sua história, inclusive aquela que diz que ele enfrentou e amansou um dragão que atormentava uma cidade...

Em 494, a idolatria era tamanha que a Igreja Católica o canonizou, estabelecendo cultos e rituais a serem prestados em homenagem a sua memória. Assim, confirmou-se a adoração a Jorge, até hoje largamente difundida, inclusive em grandes centros urbanos, como a cidade do Rio de Janeiro, onde desde 2002 faz-se feriado municipal na data comemorativa de sua morte.

Jorge é cultuado através de imagens produzidas em esculturas, medalhas e cartazes, onde se vê um homem vestindo uma capa vermelha, montado sobre um cavalo branco, atacando um dragão com uma lança. E ironicamente, o que motivou o martírio deste homem foi justamente sua batalha contra a adoração a ídolos...

Apesar dos engano e da cegueria espiritual das gerações seguintes, o fato é que Jorge de Capadócia obteve um testemunho reto e santo, que causou impacto e ganhou muitas almas para o SENHOR. Por amor ao Evangelho, ele não se preocupou em preservar a sua própria vida; em seu íntimo, guardava a Palavra: “ ...Cristo será, tanto agora como sempre, engrandecido no meu corpo, seja pela vida, seja pela morte” (Filipenses 1.20). Deste modo, cumpriu integralmente o propósito eterno para o qual havia nascido: manifestou o caráter do SENHOR e atraiu homens e mulheres para Cristo, estendendo a salvação a muitos perdidos.

Se você é devoto deste celebrado mártir da fé cristã, faça como ele e atribua toda honra, glória e louvor exclusivamente a Jesus Cristo, por quem Jorge de Capadócia viveu e morreu. Para além das lendas que envolvem seu nome, o grande dragão combatido por ele foi a idolatria que infelizmente hoje impera em torno de seu nome.


fonte:
 www.hermesfernandes.com
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Clínicas britânicas fazem aborto por mãe rejeitar sexo do bebê


Clínicas britânicas estão fazendo abortos quando mulheres rejeitam o bebê por não ter o sexo que desejavam. A chocante notícia foi divulgada pelo Daily Telegraph nesta quinta-feira, e mostrou que a rejeição se dá principalmente no caso de fetos femininos.

O ministro da Saúde da Inglaterra, o conservador Andrew Lansley, manifestou preocupação com essa denúncia e disse que irá iniciar uma investigação profunda sobre o assunto, segundo a agência Efe.

A publicação realizou a reportagem por meio de câmaras escondidas e descobriu que alguns médicos de hospitais particulares consentem no aborto em virtude do sexo do bebê, prática totalmente ilegal na Inglaterra.

Grávidas em consultas ginecológicas foram acompanhadas por repórteres em centros de saúde particulares no Reino Unido. Nas ocasiões, mulheres que não estavam satisfeitas com o sexo do bebê marcavam cirurgias de abortos.

O preço cobrado pelo procedimento variava entre 240 e 270 euros, em uma das clínicas foi oferecida ainda a falsificação dos papéis para realização da cirurgia.

Em uma da consultas presenciada pelo repórter, uma mulher, grávida de oito semanas, explicou a uma médica de uma clínica de Manchester, no norte da Inglaterra, que queria interromper sua gravidez porque ia ter uma menina. A especialista consentiu em realizar o procedimento.

Outro aborto foi marcado quando uma mulher grávida de um feto masculino de 18 semanas conseguiu revelou ao médico que que queria uma menina, pois já tinha um menino.

Segundo um estudo da Universidade de Oxford, foram realizados na Grã-Bretanha 189.574 operações de aborto somente em 2010, 8% a mais do que há dez anos.

O levantamento ainda revelou que entre 1969 e 2005 aumentaram os casos de escolha do sexo do bebê por meio de abortos. Isso ocorreu particularmente nos nascimentos de meninas entre a comunidade hindu que vive na Grã-Bretanha.



Por Jussara Teixeira 

fonte:
 The Christian Post
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Pastor afirma que parou tsunami “em nome de Jesus”

Oração foi atendida e impediu tragédia maior

Filipinas: Pastor afirma que parou tsunami “em nome de Jesus”

Quando um terremoto atingiu as Filipinas no início deste mês os deslizamentos de terra soterraram duas aldeias na ilha de Negros Oriental, ceifando a vida de mais de 50 pessoas. Muitas outras ainda estão desaparecidas. O desastre derrubou casas, pontes e outras construções da região.

Após o terremoto, as fortes ondas conhecidas como “tsunami” atingiram a província, varrendo mais de 100 casas. A igreja do Pastor Severino Fuentes não escapou das ondas. Ela agora está reduzida a um punhado de madeira, espalhadas por vários metros ao redor do terreno onde o templo permaneceu por 16 anos.

O pastor Fuentes não chorou de tristeza pela perda do prédio, mas sim de gratidão porque sua esposa e sua neta, que estavam sendo levados pela correnteza forte, sobreviveram. Ele disse que essa calamidade deu-lhe mais um propósito na vida.

“Eu não estou desistindo. Creio que Deus nos salvou para que possamos continuar a Sua obra”, disse à CBN News. “Tudo o que temos vem dele. Nossa vida, nosso intelecto, mas às vezes usamos isso para agradar o mundo”, explicou Fuentes. ”Tudo isso é um lembrete de que Deus é o Deus de toda a terra e Ele é o mais poderoso”.

O pastor Pio Ancol, da Assembleia de Deus local, contou que no meio daquela grande confusão, teve uma prova inegável do poder divino, Quando viu uma grande onda indo em direção à sua igreja, tomou uma atitude impensável.

“Eu dei uma ordem para aquela onda. Eu disse, ‘Pare em nome de Jesus e volte para onde você veio! A onda parou e voltou para o mar”, conta emocionado. O pastor acredita que a onda iria devastar seu vilarejo e Deus acabou impedindo uma tragédia ainda maior.

“A minha oração era “Senhor, salve as pessoas. Abra seus olhos espirituais. Deixe-os conhecer a verdade. Jesus Cristo é a verdade. Eu orei para que elas deem suas vidas para Jesus e que todas as pessoas possam servir somente a Ele”, disse Ancol.

Essa oração de Ancol também foi respondida, quando as equipes da Operação Bênção, ministério ligado à CBN Internacional, chegaram e montaram em sua igreja um posto de distribuição de alimentos e água potável.

O pastor aproveitou a oportunidade para compartilhar a palavra de Deus com as vítimas do terremoto que vieram pedir ajuda. No primeiro dia, mais de 200 pessoas oraram aceitando a Jesus Cristo como seu salvador.

O ministério distribuiu comida aos sobreviventes e também montou um programa de alimentação especial para 72 crianças subnutridas. Em breve, além de comida, haverá médicos e enfermeiros cristãos na área para ajudar as pessoas a se recuperarem da tragédia.Assista (em inglês):


Traduzido e adaptado de CBN

fonte:
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Pastor Jones Terry Jones promete queimar cópias do Alcorão se o Pastor Yousef Nadarkhani for executado


                              Pastor gera polêmica novamente usando a mesma estratégia

      Se Yousef Nadarkhani for executado, Terry Jones promete queimar cópias do Alcorão

Em julho de 2010, o pastor Terry Jones ficou mundialmente famoso por ameaçar queimar 200 cópias do Alcorão em sua igreja, na Flórida. Seria um protesto pelos ataques de 11 de setembro. O governo americano interviu e isso não ocorreu.

Agora, a organização Stand Up America, fundada por Jones, anunciou que irá queimar Alcorões e imagens do profeta Maomé em um novo protesto, caso o pastor iraniano Yousef Nadarkhani seja executado.
Segundo o site do Stand Up America, a organização liderada pelo pastor Terry Jones dedica-se a ajudar e cuidar das minorias cristãs perseguidas que vivem nos países islâmicos.

Jones acredita que os verdadeiros cristãos “não podem ficar de braços cruzados e não fazer nada.” A reação veio depois que o Centro Americano para Lei e Justiça anunciou que a condenação já foi emitida pelas autoridades iranianas e não há como saber se o pastor continua vivo ou não.

Nadarkhani foi pastor de várias igrejas no Irã durante os últimos 10 anos e está preso desde outubro 2009. O motivo alegado pelas leis islâmicas é apostasia, além de ter trocado de religião, o pastor tentava evangelizar muçulmanos. No Irã esse é um crime muito sério.

            Terry Jones descreve a queima do Alcorão como uma forma de protesto que “obviamente chama a atenção do Islã… Há muito pouco que podemos fazer, como uma comunidade cristã para ir contra as atividades desumanas do Islã. Esse tipo de protesto vai mostrar ao governo que estamos totalmente em desacordo e descontentes com a sharia [lei religiosa islâmica]. Na verdade, com as atividades do Islã como um todo nos últimos 1.400 anos”, disse Jones ao The Christian Post.

Dois anos atrás, quando tentou criar o polêmico evento “Dia Internacional de Queimar o Alcorão”, as ameaças do pastor geraram revoltas de muçulmanos no Oriente Médio e na Ásia. Posteriormente, em março de 2011, ele realizou o “julgamento do Alcorão” e queimou um exemplar do livro sagrado muçulmano dentro de sua igreja, a Dove Outreach Center.

               De acordo com a ABC News, isso provocou revoltas em massa no norte do Afeganistão, onde manifestantes atacaram a Missão de Assistência das Nações Unidas, matando dez funcionários da ONU.
Jones também declarou apoio aos soldados americanos da base de Bagram, Afeganistão, que semana passada queimaram exemplares do Alcorão, gerando vários protestos no Oriente Médio. As manifestações deixaram muitas pessoas mortas, inclusive 2 soldados americanos, além de dezenas de feridos.

              Os críticos argumentam que os países islâmicos nunca respondem pacificamente às profanações contra o Alcorão. O pastor Jones, no entanto, espera que a queima do Alcorão possa ajudar os cristãos perseguidos. Para ele, o objetivo do Islã é a denominação do mundo, enquanto o “nosso objetivo [dos cristãos] é a evangelização do mundo.”

               Jordan Sekulow, diretor executivo do Centro Americano para Lei e Justiça, criticou protestos como os propostos por Jones. Ele argumenta que as pessoas que pensam que queimar o Alcorão terá um resultado positivo, estão ignorando as complexidades da religião islâmica e gerando incidentes desnecessários.
              A situação do pastor iraniano Youcef Nadarkhani teve repercussão internacional e já levou a Casa Branca e o Departamento de Estado pedir a sua libertação. Além dos Estados Unidos, políticos da União Europeia, França, Grã-Bretanha, México e até do Brasil se manifestaram pedindo sua libertação imediata.
Fatema Pasindedih, esposa de Nadarkhani, e seus dois filhos, Daniel, 9 anos, e Yoel, 7 anos, dizem não terem mais notícias sobre o seu destino.

Traduzido e adaptado de Christian Post
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Igreja Perseguida - China




A perseguição ao cristianismo abrange desde multas e confisco de Bíblias até destruição de templos. Evangelistas são detidos, interrogados, aprisionados e torturados
A Igreja e a Perseguição Religiosa

A Igreja

Pouco se sabe sobre a história do Cristianismo na China, o que se sabe é que nestorianos* , cristãos da Igreja do Oriente, vieram da Pérsia para a China, pela Rota da Seda. Eles foram os primeiros a apresentar o cristianismo à Dinastia Tang, em 635 d.C.

Um jovem escocês chamado Robert Morrison  foi o primeiro missionário a ir para a China para evangelizar o país. Morrison se empenhou durante toda a sua vida na tradução da bíblia do inglês para o mandarim e na criação de um dicionário inglês-mandarim, que facilitaria a aprendizagem do idioma chinês a outros missionários.

Outro missionário cristão muito importante para a história da igreja chinesa foi Hudson Taylor, inglês que viveu por 51 anos no país e, enquanto esteve lá, empenhou-se na assídua evangelização e ensino da palavra de Deus, principalmente nas áreas mais remotas do país (interior da China). A década de 1950 viu o advento do Movimento Patriótico das Três Autonomias (MPTA), a fim de controlar a Igreja. Os missionários estrangeiros continuaram a sofrer perseguição até saírem completamente da China, em 1952. Muitos líderes cristãos chineses foram enviados a prisão ou campos de trabalho, destinados a executar tarefas humilhantes e degradantes.

*O Nestorianismo é uma doutrina de estudos cristológicos que analisa, sobretudo, a natureza divina de Cristo, fazendo separação entre o Cristo homem e o Cristo Deus, sem, contudo, negar ambas. O criador dessa doutrina foi o monge Nestório de Alexandria (380-451 d.C.), que se tornara Patriarca de Constantinopla em 428 d.C. Nestório foi considerado herege pelo Concílio de Éfeso (431 d.C.), por afirmar que Maria não era a mãe de Deus, mas apenas de Jesus.

A perseguição

Teoricamente, os cristãos chineses têm direito à liberdade religiosa, mas o espaço para evangelização é limitado. A Constituição afirma que os cidadãos chineses "gozam de liberdade de crença religiosa." Ao mesmo tempo, o Estado proíbe organizações públicas de qualquer religião. Os cristãos não podem se reunir em templos não-registrados e tampouco evangelizar publicamente, não sendo os únicos a ser perseguidos. Em alguns casos, muçulmanos e budistas têm recebido o mesmo tratamento rigoroso dado aos cristãos e é comum que muitas seitas ou grupos religiosos de menor expressão sejam extintos.

O objetivo principal do governo é manter a estabilidade e o poder. Esta é a principal motivação que está por trás do controle populacional, da reforma econômica e da política religiosa chinesa, que consiste em domínio e opressão. O Movimento Patriótico das Três Autonomias (MPTA), também conhecido como Igreja dos Três Poderes, é a Igreja oficial, controlada pelo Partido Comunista. As igrejas não-registradas recebem ataques esporádicos do governo. A perseguição depende principalmente do grau de perigo que o governo enxerga em cada grupo religioso.

A perseguição ao cristianismo abrange desde multas e confisco de Bíblias até destruição de templos. Evangelistas são detidos, interrogados, aprisionados e torturados. Além da perseguição governamental, as tentativas de evangelizar muçulmanos no extremo noroeste do território chinês têm enfrentado resistência e alguns ataques.

As leis religiosas que entraram em vigor em 1º de março de 2005 aumentaram a pressão sobre grupos não-registrados, exigindo que se legalizassem ou se preparassem para sofrer as consequências. Além disso, em vez de facilitar o registro, novas emendas dificultaram o processo.

As Olimpíadas de 2008 afetaram de certa forma o modo de o governo lidar com a Igreja. As medidas de segurança introduzidas nessa época foram tão bem-sucedidas, que o governo pode decidir continuar a utilizá-las por tempo indeterminado. Nesse período, a repressão a reuniões de igrejas não-oficiais e aos seus líderes aumentou em muitas províncias, bem como o número de relatos de estrangeiros sendo detidos ou deportados.

O ano de 2008 foi marcado por detenções em massa de membros de igreja e processos contra pastores.

História e Política

A China é o terceiro maior país do mundo e possui a maior população do planeta. Além disso, as maiores altitudes do globo encontram-se em seu território. A maior parte da população chinesa vive na região leste, concentrada principalmente em 42 grandes cidades, todas com mais de um milhão de habitantes. O nome do país se origina de Ch'in (ou Ts'in), nome da dinastia que unificou o país no século III a.C. No entanto, Frei Gaspar da Cruz informou, no século XVI, que China era o nome pelo qual  indianos e habitantes do sul denominavam o país, porém os nativos chamavam a terra de Tame e seus habitantes de Tamgin.

Embora seja uma antiga civilização, não há muitos registros das origens de sua História, como do mundo greco-romano, egípcio ou mesopotâmico. Só em tempos bem recentes, descobertas arqueológicas permitiram traçar um esboço das origens chinesas. Sabe-se que foi habitada por hominídeos, 200 ou 500 mil anos atrás. Foram descobertas cerâmicas pintadas, com data de 4.000 a.C., ou seja, do fim do período Neolítico. Foi no século III a.C. que a China construiu a famosa Grande Muralha, como forma de tentar conter as invasões dos povos do norte. Mesmo assim, os mongóis invadiram e dominaram o país. Genghis Khan e seu neto, Kublai Khan, governaram a China de 1276 até 1368, por intermédio da dinastia Yuan. Nesse período, a China era parte de um poderoso império que ia do Rio Danúbio, na Europa, até a Coreia.

Considerada uma das culturas mais antigas do mundo, durante séculos a China manteve-se como uma civilização de liderança, ultrapassando o resto do mundo nas artes e nas ciências. Atribui-se aos chineses a criação de artigos muito importantes para a civilização mundial, como: a tecelagem da seda, o chá, a pólvora, a bicicleta, os instrumentos de medição astronômica, a tinta, o papel, as Artes Marciais e esportes como o Polo, dentre outros. Mas no século XIX e início do XX, o país foi assolado por conflitos civis, fome, importantes derrotas militares e ocupação estrangeira.

Uma sucessão de dinastias governou o país até 1911, quando o médico Sun Yat-sen derrubou a dinastia que detinha o poder e foi proclamado presidente. Na década de 1920, Chiang Kai-shek, do Partido Nacionalista, chegou ao poder. No entanto, o Partido Comunista, fundado em 1921, entrou em luta contra o partido de Chiang pelo controle do país. Por um breve período, as duas facções promoveram uma aliança para combater a invasão japonesa, mas retomaram o conflito após a rendição do Japão na II Guerra Mundial. Mao Tsé-tung e os comunistas alcançaram a vitória em 1949, estabelecendo um sistema socialista autocrático, que, assegurando a soberania da China, impôs controles estritos sobre a vida cotidiana e custou a vida de dezenas de milhões de pessoas.

Depois de 1978, o sucessor de Mao, Deng Xiaoping, e outros líderes focados e orientados para o mercado de desenvolvimento econômico (Socialismo de Mercado), abriram as portas da China para o mundo ocidental. Para grande parte da população, os padrões de vida melhoraram significativamente, mas os controles políticos permaneceram apertados. A China, desde o início de 1990, aumentou seu alcance global e participação em organizações internacionais.

População

Centenas de grupos étnicos viveram na China ao longo de sua história. Atualmente o maior grupo étnico da China é o Han, que corresponde a cerca de 92% da população total do país e é considerado também a maior etnia do mundo. Essa etnia é dividida em diversos subgrupos, variando suas origens culturais, genéticas e linguísticas.

Os chineses se comunicam em mais de 600 dialetos e se dividem em quase 200 grupos étnicos, dos quais 55 são oficialmente reconhecidos. Mais de 90% da população é alfabetizada.

A população chinesa atual tem sido formada por uma geração mais jovem, que não conheceu a Revolução Cultural, e também por uma população rural cada vez mais descontente.

As vítimas de exploração e abuso do poder têm se tornado mais conscientes dos seus direitos, tanto humanos como legais. Além dessas coisas, o aumento de desastres naturais e ocupacionais também preocupa o governo. Mais da metade dos chineses dizem não ter religião. Da outra metade, 36,6% professam crenças locais e o budismo. Os cristãos são estimados em aproximadamente 11%.

Economia

O país começou a se preparar para a abertura econômica em 1978, quando Deng Xiaoping chegou ao poder. Em 1979, Xiaoping trocou os dogmas de Karl Marx (Socialismo) pelos de Adam Smith (Liberalismo), dando uma guinada nos interesses do país, que incluiu a abertura de zonas comerciais nas províncias costeiras, o aumento de investimentos estrangeiros e a liberalização do comércio e do mercado agrícola, tendo como ingredientes fartos subsídios, mão-de-obra barata e repressão brutal à oposição.

Foi quando sob o bordão “Enriquecer é glorioso” que o então país de Mao começou a experimentar os desafios e prazeres da livre iniciativa na economia. O princípio básico do comunismo, a propriedade estatal, começou a cair por terra em 1997, quando o Congresso chinês anunciou um gigantesco programa de privatização. Dois anos depois, os chineses comemoraram cinquenta anos de comunismo ao mesmo tempo em que realizavam uma manobra histórica: depois de treze anos de negociações, fecharam um acordo para a esperada abertura de sua economia à globalização.

Em menos de uma década o país se transformou numa das maiores economias do mundo. A China é hoje o país que mais cresce economicamente, com projeção de se tornar em alguns anos a maior e mais importante economia do mundo.



 fonte:
www.portasabertas.org.br
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A importância do louvor na vida do povo de Deus





Referência: Neemias 12.1-47

INTRODUÇÃO

Em 444 a.C., Neemias levantou os muros de Jerusalém; em 1989 ciau o muro de Berlim. O muro de Berlim era um símbolo da separação e da morte; o muro de Jerusalém de proteção, união e vida. Os muros representam a unidasde de Jerusalém: é uma só cidasde, um só povo.

Uma grande festa espiritual aconteceu na dedicação dos muros de Jerusalém. Algumas lições importantes podemos tirar, à guisa de introdução deste texto:

1. Devemos celebrar louvores a Deus pelas nossas vitórias (12:27) – Jerusalém vivera mais de cem anos debaixo de escombros. Agora, a cidade foi restaurada, os muros foram reconstruídos e o povo celebra com grande e intenso júbilo essa conquista. Precisamos celebrar com grande júbilo as nossas conquistas.
2. Devemos celebrar louvores a Deus com união entre os irmãos (12:27-29,43) – Todos os sacerdotes, levitas e cantores deveriam vir de todos os lugares para a grande celebração. A liderança unida, trouxe alegria entre todo o povo (12:43). A união do povo de Deus já grande causa de alegria e símbolo de vitória. Naquela festa os líderes e o todo celebraram ao Senhor.
3. Devemos celebrar louvores a Deus com grande alegria (12:27,43) – A alegria é uma das marcas do povo de Deus. A alegria do Senhor é a nossa força (Ne 8:10). As celebrações do povo de Deus precisam ser festivas e cheias de grande júbilo.
4. Devemos celebrar louvores a Deus com vidas puras (12:30) – Os sacerdotes e os levitas se purificaram e purificaram o povo. Devemos chegar diante de Deus com vidas limpas e levantar mãos santas. Jamais poderá haver louvor e adoração se não houver dedicação de vidas ao Senhor. Somos uma nação de levitas e sacerdotes chamados para a adoração (1 Pe 2:9).
5. Devemos celebrar louvores a Deus com ordem e arte (12:8,9,24,27,36,42) – Os levitas eram encarregados de celebrar. Dentre eles haviam os cantores, os instrumentistas, os compositores, bem como o regente. Tudo é feito com arte e com ordem. Os netofatitas (v. 28) eram os compositores. Netofatitas = gotejante ou destilar como gotas de orvalho = falar por inspiração. Eles eram poetas, os compositores. Eles tinham uma grande contribuição na restauração do louvor na casa de Deus.
6. Devemos celebrar louvores a Deus com a fidelidade das nossas ofertas (12:44-47) – Há uma conexão entre os lábios e o bolso. Louvamos a Deus com os nossos lábios e honramos a Deus com as primícias de toda a nossa renda.

Qual é o caminho a percorrer para o perfeito louvor e adoração? O caminho percorrido pelos coros, pelos instrumentistas e pelos músicos sugerem-nos muitas lições espirituais. Vejamos:

I. A PORTA DO MONTURO – v. 31 (quebrantamento)

Os grupos de louvor e adoração começam a caminhada sobre os muros pela Porta do Monturo. Monturo no hebraico = ruínas, lugar onde se amontoam os lixos da cidade.
Espiritualmente este texto fala da miséria do homem. Somos pecadores. Precisamos nos humilhar. Antes de louvarmos temos que passar pela Porta do Monturo, do quebrantamento, da humilhação, da convicção de pecado, da confissão.
É ali que reconhecemos que somos pó e precisamos da misericórdia de Deus. É ali o lugar do exame, onde despojamos-nos de qualquer pretensa vaidade e nos humilhamos sob a poderosa mão de Deus.
É ali que somos confrontados com o mal que há em nós. É ali que podemos clamar como Davi: “Deus tirou-me de um poço de perdição, de um tremedal de lama… e pôs nos meus lábios um novo cântico…” (Sl 42:2-3).

II. A PORTA DA FONTE – v. 37 (novo nascimento)

A fonte é um lugar onde a água brota. É um manancial.
Deus é esse manancial: a) Jr 2:13: “A mim me deixaram, o manancial de águas vivas”; b) Jo 4:14: “A água que eu lhe der será nele uma fonte”.
Depois da Porta do Monturo, passamos pela Porta da Fonte. Essa é a porta do Novo Nascimento.
Essa é a porta onde bebemos constantemente de Jesus, a água da vida. Todo o que vem a Jerusalém, à igreja, precisa experimentar o novo nascimento, precisa beber de Jesus e ter a fonte jorrando em si memso. Jesus disse: “Quem não nascer da água e do Espírito, não pode entrar no Reino de Deus” (Jo 3:5).
Nenhum músico, nenhum adorador pode estar diante de Deus sem passar por esse portal. Deus é a fonte, Cristo é a água da vida e o Espírito Santo são os rios de água viva que fluem do interior. Essa fonte precisa jorrar de dentro de você e então, o louvor brotará de seu coração e se esparramará através de seus lábios.

III. A PORTA DAS ÁGUAS – v. 37 (enchimento do Espírito)

Enquanto a Porta da Fonte fala do lugar onde brotam águas; a Porta das Águas fala de correntes, rio que leva aos mananciais das águas. Não é uma fonte de onde emana água, mas um llugar de águas correntes.
Esse é um símbolo do enchimento do Espírito Santo. Exemplo: A igreja Presbiteriana de Onuri (Seul).
A Porta das Águas tem a ver com o enchimento constante do Espírito na vida do cristão. É vital que todos os dias nos banhemos nas águas que correm do trono de Deus, antes de nos colocarmos diante dele em adoração e louvor.
As pessoas que ministram e celebram o louvor precisam deixar aqui na Porta das Águas tudo que é carnal e toda motivação egoísta e buscar a plenitude do Espírito Santo.

IV. A TORRE DOS FORNOS – v. 38 (purificação)

Para a restauração da vida de louvor e adoração na igreja é necessária a passagem pelo fogo. Não somente a confissão de pecados na Porta do Monturo, o beber de Cristo na Porta da Fonte e a santificação na Porta das Águas, mas também precisamos passar pela Torre dos Fornos.
Na Torre dos Fornos sentimos o cheiro de coisas que se queimam. Nessa torre tudo é queimado. Nessa torre o fogo de Deus queima todo o entulho, todo lixo, toda impureza. Nessa torre somos batizados com fogo.
Assim como Isaías foi purificado por uma brasa viva que tocou seus lábios, aqui Deus nos purifica, nos limpa e tira de nós toda escória.
Deus quer conduzir cada músico, cada cantor e cada adorador até à Torre dos Fornos para purificá-lo. Nenhuma impureza pode ficar. Seremos acrisolados no fogo de Deus e então seremos sacerdotes e levitas santos para o louvor de Deus.


V. O MURO LARGO – v. 38 (exultação)

Largo – que leva em todas as direções. Lugar espaçoso, em que não há aperto.
À medida que as coisas andam sobre o muro e passam pelas portas e pela torre, vão chegando ao muro largo. Na vida de louvor da igreja, na restauração dos louvores e na adoração a Deus, encontramos o lugar da liberdade em Cristo.
O culto não é engessado por formas rígidas, inflexível por liturgias frias e sem condução do Espírito. Há espaço para alegria e exultação no Espírito. Há espaço para o choro e o quebrantamento. Há espaço para a alegria e para o gemido de dor. O ritualismo deixa de existir.
O culto frio cede lugar a um culto participativo, alegre, jubiloso, envolvendo todos os remidos do Senhor. Não é culto do homem para o homem. Não é show. Não se prioriza a forma, mas a consagração da vida ao Senhor.

VI. A PORTA DE EFRAIM – v. 39 (produção de frutos)

De acordo com Gn 41:52 Efraim quer dizer: “duplamente frutífero”.
Temos aqui um marco da nossa dupla frutificação em Cristo. O louvor produz frutos na vida da igreja. O povo de Deus precisa descobrir que o louvor, a adoração e a ministração ao Senhor são tão importantes no culto quanto a Palavra.
O louvor deve ser resultado da vida frutífera da igreja. As pessoas louvam e adoram porque têm vida e não porque há um bloco de louvor e outro de pregação. Louvor sem vida é barulho intolerável aos ouvidos de Deus (Am 5:20-21).
A igreja cresce no louvor. A música tem o poder de trazer quebrantamento (Sl 40:3).

VII. A PORTA VELHA – v. 39 (experiência)

Porta Velha = veterana, experimentada. A Porta Velha fala de experiência. Uma porta que presenciara lutas, vitórias. Teria resistido ao poder e à queda de reis. Gerações passaram e a Porta Velha adquiriu experiência e sabedoria.
Essa porta pode significar muito a respeito da experiência da restauração dos hinos antigos na vida da igreja. Temos a tendência de nos apegar somente ao novo. Mas há elementos do passado que não podem ser jogados fora. Há hinos e cânticos antigos que precisam ser ensinados aos filhos, aos jovens e perpetuados às gerações.
Nesta marcha de louvores sobre os muros de Jerusalém, a Porta Velha restaura o que de bom e melhor Deus preservou no decorrer dos séculos. Na Porta Velha dobramo-nos ao Senhor da igreja e restauramos as veredas antigas.
Estejamos sempre abertos ao que é novo sem contudo, abandonar a herança de Deus para a igreja.

VIII. A PORTA DO PEIXE – v. 39 (crescimento numérico)

Peixe no Novo Testamento está ligado à vocação. Aparece ligado ao chamamento dos discípulos (Lc 5; Jo 21).
Assim como o peixe tem a capacidade de alta reprodutividade, somos chamados também a produzirmos muito fruto.
O louvor além de trazer a bênção dobrada à igreja como na Porta de Efraim, leva a igreja ao crescimento numérico na Porta do Peixe. A igreja que louva e adora cresce rapidamente. O louvor cativa os homens. Traz os jovens para Deus. Atrai as pessoas para o Reino e as leva a um confronto diante das exigências da Palavra. Muitas pessoas foram ganhas para Jesus pelo louvor.
Uma congregação que louva verdadeiramente produzirá mutiios frutos (Sl 40:3).

IX. A TORRE DE HANANEEL – v. 39 (a graça e a misericórdia de Deus)

Essa Torre fala da graça e da misericórdia de Deus. Nessa caminhada do louvor, temos de confessar que somente pela graça é que somos capacitados a andar juntos.
Não há ministério mais atacado pelo diabo na igreja que o ministério de louvor. Aí surgem as maiores polêmicas, os maiores atritos, os maiores descontentamentos, as maiores divisões.
O diabo não gosta de ver o povo de Deus louvando e tributando vitória ao Senhor, por isso ele ataca os corais, os conjuntos e a música na igreja.
Muitas vezes somos tentados a desanimar ao ver nossos esforços fragmentados. Mas essa torre é um lugar de parada, de reflexão. Precisamos recobrar o ânimo e saber que a misericórdia de Deus deve ser nossa motivação para o louvor.
Devemos cantar sempre: “Foi graça, graça, superabundante graça. Foi só pela graça de Jesus que venci e cheguei aqui.”


X. A TORRE DOS CEM – v. 39 (a Palavra de Deus)

Esta palavra é a mesma de Gn 26:12 que fala da multiplicação dos graos, alimento para o homem. “…porque o Senhor o abençoava”. A multiplicação é associada à bênção do Senhor”.
O que dizer sobre a Torre dos Cem? O louvor que deve ser cantado na igreja deve ser baseado na Palavra de Deus, que é alimento para o homem. Nessa base, a Palavra de Deus traz sua bênção à vida de louvor da igreja.
Há muita música e muito cântico no meio evangélico que são mera história de homens, apelos, emoções, sem qualquer base na Palavra. Cantar a Palavra ou cantar segundo a Palavra é que produz frutos dignos de Deus.
Na Torre dos Cem encontramos a Palavra de Deus produzindo a cem por um. É uma Plavra que não só reproduz-se em nosso interior, mas também frutifica na vida da igreja. Leva-nos de volta à Palavra.
Louvor é a Palavra fluindo na reunião da igreja. É a pregação cantada pelo povo de Deus. Cantar textos inspirados por Deus é levar a Palavra a multiplicar-se nas vidas.

XI. A PORTA DO GADO – v. 39 (rebanho de Deus)

Este texto fala da igreja como rebanho de Deus. Todos nós temos que estar sob o comandando da sua vara e de seu cajado (Sl 23:4). Nenhuma pessoa pode louvar e adorar sem que sua vida esteja totalmente submissa ao cajado e à vara de Deus.
É uma pessoa que sente o amor, a proteção, o cuidado, a correção. Sabe que é tratada quando vacila ou incorre em desobediência.
Louvamos a Deus não como bastardos, como filhos que são disiciplinados. A Porta das Ovelhas é o lugar onde nós nos colocamos sob o governo e a ordem do Supremo Pastor.


XII. A PORTA DA GUARDA – v. 39 (passados em revista)

Porta da Guarda fala de inspeção, vigilância, juízo. Traz a idéia de registro e inspeção. Este é o lugar onde somos passados em revista. Esta é uma parada obrigatória para todos. Aqui os dois coros encontram-se antes de descer à Casa de Deus.
Aqui alguns ficam retidos por não apresentarem as condições exigidas. É feita uma inspeção para avaliar a condição espiritual de cada adorador.
Para entrar em comunhão com Deus, na Casa de Deus, é preciso examinar a própria vida (Sl 15).
Somente os aprovados entrarão na intimidade de Deus. É preciso passasr pelo exame de Deus. Deus olha para o coração. Deus exige consagração, verdade no íntimo.
É preciso um exame de consciência. Deus quer que nossa vida seja sondada e só então, vamos entrar no santo dos santos da adoração. Só então vamos entrar para adorar verdadeiramente.
Sem pasar por estes passos, nosso louvor não agrada a Deus. É preciso restaurar o lovuor do Senhor. É preciso entrar na Casa de Deus e ter prazer no seu altar. Casa de Deus é mais do que o templo. Somos a morada de Deus. Deus glorificar a Deus no nosso corpo.


CONCLUSÃO

Quando o povo de Deus se consagra:

a) Deus os alegra – v. 43
b) Há integração no louvor – v. 43
c) A alegria do povo de Deus torna-se contagiante – v. 43
d) Os dízimos são devolvidos, os ministros do templo são reintegrados na obra e a igreja se enche de santa alegria – v. 44
Implicações:
a) Os ministros se tornaram mais cuidadosos do que tinham sido na obra – v. 45
b) O povo se tornou mais cuidadoso do que tinham sido na manutenção dos ministros de Deus – v. 44.


Fonte:
Hernandes Dias Lopes
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Autoridades não sabem se pastor condenado à morte continua vivo





A notícia da sentença de morte dada ao pastor Yousef Nadarkhani chegou ao Jornal Nacional (Rede Globo) desta quinta-feira (23). O pastor está preso desde 2009 no Irã por ter se negado a voltar para a fé islâmica.

De acordo com a ACLJ (sigla em inglês para Centro Americano para Lei e Justiça) a condenação do iraniano já foi emitida pelas autoridades e não há como saber se o pastor continua vivo ou não.

Na reportagem, o correspondente da Rede Globo nos Estados Unidos conversa com o coordenador do centro que foi uma dos principais mobilizadores na tentativa de impedir que o iraniano fosse morto.

“Nós não sabemos se ele está vivo neste momento”, diz Jordan Sekulow que acredita que só a pressão internacional pode salvar o pastor Nadarkhani. Sekulow diz também que como o Brasil tem boas relações com o Irã seria interessante usar essa diplomacia para tentar livrar Yousef da morte.

Nos últimos três anos o caso de Yousef Nadarkhani tem sido julgado pelas cortes superiores do Irã. Como não aceitou a voltar a ser muçulmano, ele foi condenado à morte por enforcamento.

De acordo com o diretor da ACJL as ordens de execução não são divulgadas e por esse motivo fica difícil confirmar se o pastor está vivo ou não. Em 2011 quando o caso começou a repercutir diversas autoridades internacionais se manifestaram em favor do cristão, mas o governo iraniano não cedeu.



Por Marcia Pinheiro
fonte:
Junta de Missões Mundias
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Aprendendo com a Bíblia



Sempre aprendi que a Bíblia é a Palavra de Deus, e que ela é um verdadeiro manual prático para as nossas vidas. E concordo com essa colocação. E vou mais além: muitos de nós, quando lemos seus belos e reveladores textos, temos o hábito de espiritualizar as passagens e, dessa maneira, perdemos uma série de importantes ensinamentos, que nos podem ser extremamente úteis em nossa vida diária.

Todas as vezes em que sou encarregado de pregar a Palavra, tenho a preocupação de estudar com atenção o texto escolhido ( ou determinado), para que possa extrair dele o máximo possível de informações, principalmente aquelas que possam vir a nos ajudar em nossa caminhada do dia-a-dia , e, para isso, sirvo-me de uma leitura mais atenta e do auxílio de comentários diversos.

Na semana passada, ao ser convidado para levar a Palavra a uma igreja, senti em meu coração de estudar melhor o texto do evangelho de Marcos, capítulo 6, versículos 30 a 44, uma passagem conhecida, publicada nos quatro evangelhos, e que mostra um dos milagres de Jesus, quando Ele, dispondo apenas de 5 pães e dois peixes, alimentou uma multidão de cerca de 12 mil pessoas.

O fato aconteceu já no terceiro ano do ministério de Jesus na terra, quando os apóstolos tinham acabado de voltar de Cafarnaum, da sua primeira missão de pregar o evangelho. Com certeza, eles estavam cansados, com fome, com os pés doloridos, já que, naquela época, as viagens eram feitas caminhando.

Como as pessoas viviam rodeando Jesus, o Mestre preferiu leva-los de barco até uma região mais sossegada, para que pudessem descansar um pouco.

Porém, mesmo assim eles foram vistos, e a multidão os seguiu e os cercou pelas margens, ou seja, não houve como ficarem a sós.

Diz o texto que , quando Jesus viu aquelas pessoas, compadeceu-se delas, quer dizer, sentiu amor por elas, porque pareciam um rebanho desgarrado, ‘ovelhas sem pastor’, pessoas que não sabiam para onde ir, a quem recorrer, precisavam de alguém que os desse direção.

E passou a ensiná-las, a discipulá-las.

E, já no final do dia, os discípulos chegam a Jesus e dizem: Mestre, é melhor despedir todo esse povo, para que eles saiam por aí e comprem comida, pois aqui onde estamos não há onde comprar nada.

Naquele momento, parece que aquelas pessoas se tornaram um incômodo para eles.

E para nós, será que as pessoas também são um incômodo ou são merecedoras do nosso amor?

Mas, Jesus, talvez para prova-los, respondeu: por que vocês mesmos não dão comida a essa multidão? (“Deem vocês mesmos comida a eles.” v.37)

E aí, a resposta foi aquela que nós mesmos daríamos: como? Com que dinheiro? Nós não temos dinheiro para comprar comida para todo esse povo. Não, nós não temos como! Era muita gente. 5 mil homens, fora as mulheres e crianças. O que fazer?

Mas, Jesus não se abalou diante da dificuldade.

E perguntou :”Quantos pães vocês têm ?” A resposta daria para desanimar a qualquer um, menos ao mestre: 5 pães e dois peixes.

Imagino a expressão daqueles homens naquele momento, imaginando o que Jesus iria fazer com 5 pães e dois peixes para que pudessem alimentar a todo aquele povo. Será que acreditaram que isso seria possível? Será que olharam para Jesus desconfiados?

Mas, o Filho de Deus não se abalou: dividiu toda aquela gente em grupos de 100 e de 50 e mandou que se sentassem. E , depois de dar graças, partiu aqueles pães e peixes, e mandou que os apóstolos os distribuíssem pelo povo.

E diz o texto, que todos comeram e ficaram satisfeitos!

E mais, diz ainda que sobraram 12 cestos cheios de pão e peixe!

Essa passagem, muito mais do que simplesmente narrar um dos milagres de Jesus, pode nos ensinar outras coisas importantes.

Podemos tirar como lição o fato de que, como discípulos de Cristo, não devemos nos preocupar com o nosso sustento, devemos servi-Lo conscientes de que, se buscarmos ao Reino em primeiro lugar , não nos faltarão meios para suprirmos as nossas necessidades básicas (Mt6.31-33). Assim, devemos encarar o trabalho para Cristo sem a preocupação com a falta do essencial em nossas vidas, pois, se o Mestre com apenas 5 pães e dois peixes alimentou toda aquela multidão, o mesmo Ele pode fazer por todo o Seu povo.

Outra lição que aprendemos, está implícita no versículo 37 (“Deem vocês mesmos comida a eles”). Muitas vezes, pensamos que alimentar as multidões não é tarefa nossa. E quando digo alimentar, penso , também , no alimento físico, como foi o caso naquele dia. Jesus, primeiramente alimentou o povo com os seus ensinamentos, e, depois, com pão e peixe.

Creio que essa passagem deixa claro a nossa responsabilidade com a evangelização e com o alimento do corpo também, como o Mestre determinou aos seus apóstolos. Claro que quem operou o milagre foi Ele, porém, o trabalho foi feito pelos discípulos.

Me chama a atenção, ainda, o escrito nos versículos 39 e 40, quando Jesus manda que o povo se sentasse na relva em grupos de 50 e de 100, para que pudessem receber o alimento.

Claro que, como Deus, Ele teria condições de alimentar toda aquela gente de várias maneiras, mas o Mestre pediu que eles se organizassem. Com certeza, fica aí uma mensagem de que, para que haja eficácia na Obra, deve haver organização. Mais uma vez, na Bíblia, vemos o povo sendo dividido em grupos menores , para que pudessem ser melhor atendidos. Essa mensagem pode nos remeter ao trabalho que efetuamos hoje (igreja local),que, com certeza, se for feito de forma sistemática, trará melhores resultados.

Também me chamou a atenção o escrito no versículo 41, quando Jesus abençoa os alimentos, os parte e entrega aos discípulos, para que esses os distribuíssem à multidão. Creio que, aqui, o Mestre nos deixa claro, mais uma vez, de que a Sua vontade é que nós façamos o trabalho. Ele abençoa os alimentos, mas somos nós que os distribuímos. Sem a benção de Jesus, não há o que distribuir. Portanto, qualquer trabalho na construção do Reino, antes deve passar pela benção de Cristo para que possa atingir as pessoas. Nada podemos fazer sem a Sua benção.

Outra lição importante está no versículo 42 ( “Todos comeram e ficaram satisfeitos”). Apesar de , inicialmente, serem apenas 5 pães e dois peixinhos, depois de abençoados por Jesus aqueles alimentos foram suficientes para toda aquela multidão. Quando colocamos perante o Senhor as nossas necessidades, Ele cuidará para que sejam atendidas. Se cada cristão no mundo colocasse o pouco de que possa dispor nas mãos de Cristo, haveria alimento para todos ! É só confiar Nele!

Constatamos, também, na leitura do verso 43, que todos se fartaram e que ainda sobraram 12 cestos cheios, que foram recolhidos para que não houvesse desperdício. Deus é generoso! Sempre nos abençoa com mais do que precisamos, mas nos ensina que não deve haver desperdício. Aprendo que temos desagradado ao Senhor com muitas atitudes que tomamos hoje, seja em nossas casas ou na vida que levamos. Os homens tem usado e abusado dos recursos naturais, gastamos mais água do que deveríamos, não tratamos convenientemente os esgotos, não reciclamos todo o lixo que poderíamos, enfim, creio que nesse texto há uma importante mensagem sobre como devemos aproveitar o máximo os recursos de que dispomos.

Mas, creio que o mais importante ensinamento dessa passagem , está no versículo 31, onde vemos que Jesus reuniu os discípulos e os levou de barco para um lugar calmo, para que pudessem descansar.

Quantas vezes isso também acontece conosco? Paramos para descansar, enquanto que as multidões estão por aí, perdidas como ovelhas sem pastor. Paramos para descansar, enquanto as multidões estão por aí, famintas, não só de salvação, mas de alimento mesmo. E os cristãos descansam...

Não, mesmo cansados da jornada da qual retornavam, eles decidiram não descansar.
Há muito o que fazer, multidões para ensinar e alimentar. Não, não podemos parar.. Mesmo que nossos pés estejam doloridos, o corpo , cansado das jornadas diárias, existem muitas ‘ovelhas sem pastor’ necessitadas da nossa ajuda e trabalho. Sim, Jesus opera o milagre, porém a tarefa de levar o alimento é nossa.

Que cada um possa meditar e mudar de atitude, para que as multidões possam receber o alimento de que tanto necessitam.


Fernando Marin
fonte:
circuloteologico.blogspot.com
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Fora Jesus!!!




Porque Jesus seria deixado para trás pelas igrejas? 

No sábado pela manhã, deparei-me com essa charge no  facebook, a mesma foi postada pelo meu amigo, o Teólogo Fernando Marin, em seu perfil. Dei boas gargalhadas, pois esta  é realmente uma ótima piada, e que realmente reflete a realidade de muitas instituições eclesiásticas.
Então me coloquei a pensar: "Se Jesus estivesse entre nós hoje, Ele ficaria de fora de muitas 'igrejas'. Ostracizado, banido, exilado... Por vários e muitos motivos, inclusive pelo dinheiro."
Comecei a enumerar alguns fatos - além do dinheiro - pelos quais os 'pastores' de hoje, deixariam o Cristo de Deus fora das 'suas igrejas':

O Cristo bebe vinho;
O Cristo de Deus não ostenta riquezas, carrões, e roupas 'chiques';
O Cristo é solteiro - Não poderia ser pastor em algumas denominações;
O Cristo andou com prostitutas, bêbados, ladrões... E hoje, ele andaria com esses e com os gays, e os drogaditos (não para fazer o que eles fazem mas para amá-los, e mostrar-lhes o Amor do Pai;
O Cristo não prega a malfadada, a esdrúxula, a obscura, a doentia, a tôsca, a perversa, e cancerígena 'teologia da prosperidade' (que eu prefiro chamar de 'teoria da prosperidade');
O Cristo de Deus não destorce a mensagem, para extorquir o fiéis, e encher os bolsos com dinheiro, iates, jatinhos, viagens internacionais, e para pagar as faculdades caríssimas dos filhos em Boston, em New York, em London...;
O Cristo fala manso. Ele não grita, não pula, não sapateia - Seria taxado de 'morto espiritualmente', 'sorveteriano'... Sem 'fogo', sem 'unção', 'frio'... Dir-se-ia dele, que Deus o vomitaria no dia do juízo, e que Ele não é 'sapatinho de fogo', ou 'canela de fogo'... Entre outras coisas;
O Cristo de Deus, com certeza faria a opção pelos pobres. Abraçaria a Teologia da Libertação, o Evangelho Social, o Evangelho Político... E seria duramente criticado, excomungado como o Leonardo Boff, banido e demonizado. Seria chamado de 'liberal' e 'libertino'... como fazem com o Reverendo Carlos Calvani e com outros tantos sacerdotes e Teólogos;
O Cristo seria chamado de gay, por beijar os seus discípulos, e seria expulso da maioria das denominações - homem não pode beijar homem. Seria chamado de safado por beijar as irmãs, e de pedófilo por beijar e dar carinho às crianças, pondo-as no colo, como fez para demonstrar para Thiago e para Filipe, que para entrar no Reino dos Céus é necessário ser como uma criança;
O Cristo de Deus, não poderia entrar em muitas igrejas, e seria expulso, ou severamente punido e esquecido em outras tantas, por usar cabelos e barba grandes. Seus algozes lhe chamariam hostilmente de 'hippie' e 'vagabundo', entre outras coisas...
Eu poderia ficar aqui o dia todo, enumerando os motivos pelos quais Jesus não poderia adentrar, ou fazer parte de muitas instituições eclesiásticas. Entretanto, deixo para o leitor  e para a leitora a tarefa de completar essa lista de dez simples motivos, pelos quais os farizeus de hoje excluiriam o Senhor.


Apenas para ilustrar

Em algumas 'igrejas', Jesus seria:
'Colocado no banco' - Em disciplina;
Fariam uma carta-denúncia contra Ele. Entregariam uma para o Bispo e uma cópia nas mãos dele;
Fariam reuniões para expulsá-lo;
Convocariam um concílio para fazer-se retratar;
Se reuniriam na surdina para tramar contra Ele;
Fariam convenções para neutralizá-lo;
Mandariam Ele para pastorear em um interiorzinho, ou na favela;
'Queimariam' Ele na primeira oportunidade;
Dificultariam ao máximo o Ministério d'Ele, isso se Ele conseguisse chegar ao presbiterato, ou seja, ordenado, ou nomeado, ou 'ungido';
Puxariam o tapete d'Ele na primeira oportunidade, e colocariam a igreja contra Ele...
Você pode ajudar a construir essa lista também!

Pensando um pouco mais

Entretanto depois desse terrível escândalo financeiro envolvendo a fraude e o desvio dos dízimos na instituição eclesiástica denominada 'Igreja Maranata' (postagens abaixo), também comecei a pensar em alguns motivos pelos quais, Jesus rejeitaria as igrejas de hoje, e se tornaria um 'Cristão Desigrejado', ou um 'Cristão Independente':
Pastores ladrões;
Desvios, fraudes, enganações, sumiço... Nas finanças das igrejas;
Uso abusivo do texto em Malaquias 3.8;
'Teologia da Prosperidade';
G12;
Gritaria;
'Profetadas';
'Reveladas' e 'revelamentos';
Profeteiros' e 'profeteiras';
'Sapatos e canelas de fogo';
Exageros na homilia, na música, na liturgia...;
Arrogância;
Desamor;
Fofocas;
Falta de perdão;
Destorção do Evangelho;
Falta de ética;
Julgamento;
Ostracismo e exclusão;
Intolerância religiosa;
Disseminação do ódio no sermão;
Promiscuidade, dissimulação e hipocrisia;
Demonização do outro;
Falta de misericódia;
Falsidade e traição...

Que tal você ajudar a contruir essa lista também? Sei que todos têm alguma coisa para acrescentar à cada uma dessas três listas acima.
Observem que nessa minha lista de motivos pelos quais Jesus, o Cristo de Deus rejeitaria as igrejas e templos que aí estão, os quatros primeiros ítens giram em torno do dinheiro. Os sete ítens seguintes são sobre dogmas e doutrinas, e os catorze últimos ítens, estão relacionados ao caráter e ao comportamento dos seres humanos.

Pretendo publicar (ainda nesse ano) um texto mais elaborado, que vai analizar as pequisas que abordam o crescimento de 'evangélicos não praticantes', mais conhecidos como 'crentes desigrejados', cujo objetivo é refletir o 'Novo retrato da fé no Brasil'. Não é a toa que cresce no Brasil, o número de cristãos que não querem mais ir à igreja. Esse fenômemo sócio-religioso está construindo a 'Nova face da igreja brasileira'.

Austri Junior

fonte:
circuloteologico.blogspot.com
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"Templo da Prostituição na Índia" sendo mudado pelo Evangelho




O templo da prostituição na Índia, em uma prática conhecida como devadasi, está sendo destruído pelo poder do Evangelho.

Mulheres que são dedicadas a uma deusa, obrigadas a se prostituírem, estão entrando em contato com o Evangelho e tornando-se poderosas testemunhas de Cristo, segundo informou a publicação cristã Charisma.

A prática do devadasi consiste na exploração de mulheres e tem servido de último recurso para os pais desesperados por uma benção dos deuses.

Famílias pobres, que passam fome devido à difícil situação financeira, oferecem suas filhas para a deusa Yellamma com a esperança de receberem um favor dela.

A Junta de Missões Mundiais relata que o templo da prostituição continua mesmo tendo sido banido há 30 anos no país.

As mulheres dedicadas são normalmente consideradas casadas com a deusa e nunca poderão se casar com um homem depois disso. Atingindo a maturidade física elas são forçadas a viver como prostitutas.
Atualmente, as mulheres trabalham desde suas casas, sendo muitas conduzidas pelo tráfico para as cidades como Mumbai e Bangalore.

Esta situação encontrou um ponto de virada através do contato dessas prostitutas com Jesus. De acordo com a Charisma, o Evangelho está tendo uma poderosa força com rápido difusão entre as servas dessa trágica prática.

Uma prostituta que descobre um relacionamento com Cristo torna-se uma grande testemunha que rapidamente para suas colegas de trabalho sobre seu livramento no Senhor.
Segundo a fonte cristã, muitos cristãos estão trabalhando em prol de passar a mensagem do Evangelho para tais mulheres.
Eles as equipam, lhes dão força e as monitoram.

Através desse trabalho, muitas prostitutas estão tornando-se luz para almas de muitas outras mulheres nessa mesma situação.


Por Andrea Madambashi

fonte:
www.christianpost.com

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7 de março - Dia de Oração por Missões Mundiais



A Junta de Missões Mundiais convoca todas as igrejas a reservarem o dia 7 de março -- Dia de Oração por Missões Mundiais -- para intercederem pela obra missionária mundial. Nessas 24 horas, a igreja deve dividir horários para que haja, pelo menos, um membro orando por Missões Mundiais. Cada dia tem 1.440 minutos, sendo assim, se houver 144 orações de 10 minutos, cobriremos os missionários com nossas orações por um dia inteiro.

A data também poderá ser lembrada em um culto especial, vigília, reunião de Pequeno Grupo, culto doméstico, reunião de oração... Escolha a melhor forma de conscientização sobre a importância da oração para se levar Cristo, a paz que liberta, a todo o mundo. Se não for possível realizar uma programação neste dia, sugerimos que a igreja escolha outra data. O importante é não ficar de fora desta grande mobilização.
Todas as metas alcançadas por Missões Mundiais acontecem com a permissão e a graça do Senhor.

Vidas são transformadas, povos são alcançados, sonhos são resgatados, milagres acontecem. Tudo isso só é possível por meio da oração. É através dela que podemos falar com Deus e compartilhar com Ele nossas angústias, aflições e pedidos.

A oração faz do crente um missionário. Quem adota uma família missionária ou um projeto, deve orar especialmente por eles neste dia 07 de março. É importante pedir para que o Senhor crie oportunidades para seus missionários anunciarem Cristo, a paz que liberta, às nações.


Espalhe esta ideia 

A JMM incentiva todos a compartilharem os motivos de oração publicados nas cartas enviadas pelos missionários com os irmãos de sua igreja. Elas também podem ser publicadas no informativo ou boletim da igreja. Outra forma de promover o Dia de Oração por Missões Mundiais é compartilhando os pedidos publicados diariamente em nossa página no Facebook (facebook.com/missoesmundiais) e no Twitter (@missoesmundiais).

Há várias maneiras de ficar por dentro do Dia de Oração por Missões Mundiais. Para fazer parte desta grande rede de intercessão pela obra de evangelização mundial, basta se cadastrar no Programa de Intercessão Missionária (PIM) e pedir a Deus para abrir o coração daquelas pessoas resistentes ao Evangelho, para que sejam transformadas pela paz de Cristo.

Converse com o promotor de Missões de sua igreja e saiba como você pode ajudar a organizar esse importante dia no calendário da Campanha Missionária 2012.

Você também pode adotar um projeto ou missionário e interceder por ele. Basta se cadastrar no PIM. Entre em contato com a Central do Adotante: 2122-1901 (cidades com DDD 21) ou 0800-709-1900 (demais localidades).


Por Marcia Pinheiro

www.jmm.org.br
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Pastora Baby do Brasil e o trio elétrico gospel

Mesmo sem ser seguida por foliões a pastora não desanimou e entrou na avenida orando o Pai Nosso


Baby do Brasil leva trio elétrico gospel para o Carnaval de Salvador
A cantora e pastora Baby do Brasil conseguiu colocar um trio elétrico no circuito Campo Grande em Salvador, onde vários trios elétricos de grupos importantes da axé music se apresentaram.
Com a proposta de adorar ao Senhor, Baby levou músicas de ritmos contagiantes, mas com letras cristãs, para as ruas e até chegou a orar o “Pai Nosso” quando pisou na avenida na terça-feira, 21, no último dia de Carnaval da capital baiana.
Mas ao contrário dos outros trios que reuniram multidões, Baby não teve público, mas mesmo assim se apresentou como se estivesse rodeada por foliões. “Eu sei que é uma loucura entrar na avenida cantando gospel. Mas em um lugar com tanta espiritualidade eu tinha que ter essa ousadia, de louvar o glorioso Deus”, afirmou.
A cantora se apresentou para algumas pessoas que estavam no camarote e não se intimidou com a falta de público atrás do trio. Ela, que foi a primeira mulher a cantar em cima de um trio elétrico com o grupo Novos Baianos, mostrou entusiasmo e alegria durante todo o percurso.
Baby do Brasil não foi a única a usar o Carnaval para levar mensagens cristãs, em Salvador e em outras cidades brasileiras blocos carnavalescos foram montados por evangélicos que aproveitaram a grande concentração de pessoas para evangelizar.
A cantora se converteu no final da década de 90 e já tem dois CDs gospel gravados. O primeiro foi lançado em 2000 com o título de “Exclusivo para Deus” e o segundo em 2011, com o nome de “Geração Guerreiros do Apocalipse”. Hoje ela está à frente da Igreja Ministério do Espírito Santo de Deus que foi fundada pela própria cantora em 2000.

Com informações UOL

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Pastor Nadarkhani pode ter sentença de morte já decretada

Pastor Nadarkhani 
Um tribunal iraniano confirmou a sentença de morte ao pastor cristão Youcef Nadarkhani, preso desde 2009 que está sendo acusado de apostasia por negar sua fé em Jesus Cristo.
A informação é do American Center for Law Justice (ACLJ) que revelou ainda não saber se o líder cristão estaria hoje vivo ou morto.
"O mundo precisa se levantar e dizer que um homem não pode ser condenado à morte por causa de sua fé", a ACLJ disse ao executivo chefe da ACLJ Jordan Sekulow. "Este caso não se trata apenas de uma execução. Fomos capazes de expor o sistema em vez de apenas deixar um homem desaparecer."
Nadarkhani foi originalmente preso em outubro de 2009 por protestar contra o ensino do Islã na escola de seus filhos.
Ele se converteu aos 19 anos e liderava um grupo de cerca de 400 cristãos no Irã. As acusações que pesam contra ele são atualmente apostasia e tentar evangelizar muçulmanos. A sentença para apostasia foi a execução, mas, após pressão internacional sobre o sistema judicial iraniano o veredicto foi adiado, passando o caso para o aiatolá Ali Khamenei, da nação suprema autoridade, para revisão.
O congresso norte-americano chegou a pedir a libertação de Nadarkhani, em um movimento criado pelo deputado Joseph Pitts.
O Secretário de Relações Exteriores do Reino Unido, William Hague e a União Européia estão pressionando o Irã por violar também a Declaração Universal dos Direitos Humanos, segundo o Global Post.
O Irã atualmente está nas manchetes internacionais devido às suas ações militares e artefatos nucleares. Com isso, o governo tem intensificado a perseguição das minorias religiosas, sabendo que as atenções estão voltadas para outro foco.
Uma sentença de morte pode ter sido executada em meio a esse cenário.
De acordo com informações da imprensa local, ainda não está claro se Nadarkhani poderá apelar de sua ordem de execução. A maioria das execuções no Irã são realizadas em segredo.

Informações Christian Post
Fonte:
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Panorama mundial da perseguição religiosa



A “ intolerância religiosa é um dos assuntos mais abordados pelas organizações de defesa dos direitos humanos atualmente.
Isso se deve ao fato de que em muitas regiões as guerras sectárias dividem nações, trazem segregação e marginalização de indivíduos tendo como pano de fundo a fé.
Há vários tipos de perseguição religiosa e uma linha muito tênue que define quando e como ocorre uma
perseguição religiosa, seja ela perpetrada por um governo, sociedade, comunidade ou indivíduo.
No Sudão, a guerra civil que dura quase 47 anos e que dividiu o país em Sudão do Sul e do Norte em julho de 2011 se configura como uma disputa político-econômica entre os principais grupos étnicos do país: os árabes e os africanos (não--árabes), que respectivamente se denominam muçulmanos e cristãos.
Ao longo dos anos, o discurso religioso tem sido o alvo da discórdia para os conflitos ocorridos no Sudão.
Muitos pastores têm perdido a vida e igrejas têm sido destruídas.
Na Nigéria e na Costa do Marfim há uma clara divisão étnica e religiosa entre cristãos e muçulmanos que também disputam o domínio político e econômico no país.
Em nações como a China e o Irã, o governo tem aumentado a pressão sobre as igrejas domésticas e não-registradas. Com frequência a polícia chinesa tem invadido reuniões e cultos, e prendido pastores e membros, sob falsas acusações, como uma forma de pressionar para que tais igrejas se cadastrem e vivam sob a constante vigilância governamental. No Irã, as lideranças religiosas muçulmanas temem o rápido crescimento das igrejas domésticas existentes no país e por isso têm aumentado a pressão para que o governo fiscalize com mais rigor e assiduidade essas reuniões.
Em países como Indonésia, Paquistão, Afeganistão e Iêmen, a Igreja de Cristo se depara com o extremismo
religioso praticado por grupos como Jihad Islâmica, Talibã e Al Qaeda que geralmente associam a fé cristã com a política imperialista de alguns países do Ocidente e se apropriam desse discurso para perseguir cristãos e outras minorias.
Mas a perseguição religiosa aos cristãos não vem apenas da parte dos adeptos de outra fé. Em países como Rússia, Grécia e Etiópia, a própria Igreja Ortodoxa Cristã tem perseguido os cristãos evangélicos por considerarem-nos seitas. Por ser tradicional e ter contribuído em muito para a formação cultural desses países, a Igreja Ortodoxa tem muita influência política sobre as decisões dos governos no que diz respeito a outras minorias religiosas.
A intolerância secular e a subjetividade da fé também têm gerado intolerância religiosa à Igreja e a minorias
religiosas, especialmente em países do Ocidente, como Inglaterra e França. Ao mesmo tempo em que a filosofia secularista garante a liberdade individual de crença e religião, faz da mesma religião um elemento estritamente pessoal que deve ser praticado na esfera privada, tirando dos indivíduos o direito religioso vital de compartilhar de sua fé com outros. Dessa forma, a privacidade da crença impediria problemas maiores, a exemplo das guerras sectárias.
Independentemente das razões pelas quais a perseguição religiosa aconteça, o fato é que a liberdade religiosa tem sido negada e a evangelização é, na maioria das vezes, restrita ou proibida aos cristãos em vários países e em todos os continentes. O número de pessoas mortas por sua fé no século passado foi muito maior do que em qualquer outra época da história da Igreja, guardadas as devidas proporções, já que o número que cristãos hoje é muito maior do que fora no Império Romano, por exemplo.
A Igreja de Cristo continua a sofrer intolerância religiosa nos seus mais variados níveis e das mais variadas
formas, por isso ministérios como a Portas Abertas se levantam para fortalecer a Igreja de Cristo em países onde o cristianismo é proibido, restringido ou em que há existe ameaça de extinção da comunidade cristã.



Marcelo Peixoto
Historiador da Missão Portas Abertas - Brasil
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Ecumenismo e a Vontade de Deus

 


Parece uma coisa tão bonita. Pessoas de religiões diferentes convivendo em paz, fazendo encontros especiais, falando bem dos outros e das religiões diferentes. Temas de paz, compreensão e amor ao próximo são bons e importantes. O discípulo de Cristo deve abraçar os movimentos ecumênicos? Esta tendência representa o caminho certo para servir a Deus no século XXI?

Neste artigo, vamos abordar as seguintes questões:
O que é o ecumenismo?  O que é o pluralismo?  O que Deus diz sobre estas idéias?  Como devemos agir diante destas tendências?

O que é o ecumenismo?

A mesma palavra pode ter sentidos diferentes. O termo “ecumenismo” é usado de maneiras diferentes em diversos contextos. Pode se referir aos movimentos que promovem “ecumenismo cristão”, fraternidade entre as religiões chamadas cristãs. Algumas organizações procuram relações entre protestantes, outras entre católicos e protestantes, etc. Um sentido mais abrangente, chamado, às vezes, de macro-ecumenismo, representa movimentos para paz, tolerância e união entre as diversas religiões – católicos, protestantes, budistas, hinduístas, judeus, muçulmanos, etc.

Estes movimentos envolvem vários níveis ou aspectos. Manchetes falam de reuniões entre líderes religiosos para promover a tolerância e a compreensão. Várias organizações religiosas, às vezes, juntam forças para realizar obras sociais e culturais. Outras iniciativas buscam minimizar diferenças teológicas e doutrinárias, dizendo que as diversas religiões são boas e igualmente válidas e que todas buscam os mesmos benefícios para os homens.

Podemos ver um exemplo que ilustra o objetivo de tais iniciativas no trabalho do Centro Ecumênico de Serviços à Evangelização e Educação Popular (CESEP). Conforme o site dela na Internet, esta organização oferece um curso que inclui “Panorama histórico de espiritualidade nas tradições religiosas: cristã, islâmica, budista, africana, indígena e wiccana com participação em celebrações religiosas....e participações em celebrações religiosas nas tradições: hinduísta e judaica”. Um participante do curso recentemente escreveu: “E como é parte do diálogo, no qual eu acredito, podemos durante o curso participar de momentos celebrativos das diversas religiões, entre elas: Umbanda, Candomblé, Judaísmo, Islamismo, Budismo e Hinduísmo.” Ele cita as regras do ecumenismo apresentadas no curso, uma delas dizendo: “Eventualmente, cada participante do diálogo deveria ter uma experiência da religião do outro – por dentro” (Antônio Ryscak, da Igreja Anglicana).

O que é o pluralismo?

O pluralismo é integralmente interligado ao ecumenismo. É a idéia de não existir verdade absoluta, assim aceitando “verdades” divergentes como igualmente válidas. Se aplicasse a mesma noção na sala de aula, uma professora elogiaria um aluno que respondesse que 2 + 2 = 4, e daria a mesma aprovação para outro que dissesse que 2 + 2 = 8. Cada um tem a sua própria verdade.

No “ecumenismo cristão”, pessoas de igrejas diferentes aplicam o pluralismo para decidir que algumas doutrinas são essenciais, enquanto outras são sujeitas à interpretação, tradição e opiniões próprias. Desta maneira, podem achar essencial acreditar na morte e ressurreição de Jesus, mas não importante aceitar o que ele diz sobre o batismo. Podem dizer que é importante acreditar em Jesus, mas não precisa, necessariamente, acreditar nos milagres ou nos ensinamentos dele.

No “macro-ecumenismo”, o pluralismo iguala tantas doutrinas diferentes que as únicas verdades universais são algumas noções muito generalizadas. Por exemplo, é importante promover a paz, o amor e a felicidade dos seres humanos. Passando destas idéias básicas, já entrariam em conflito.

Em geral, quanto mais abrangente o ecumenismo, menor a “verdade”.

O que Deus diz?

Quando ecumênicos procuram aprovação de Deus, sempre destacam o amor dele, que é uma característica importantíssima da natureza divina (1 João 4:8). Mas, para tentar justificar a união do sagrado com o profano, esquecem da santidade dele, um outro aspecto fundamental de seu caráter (Apocalipse 4:8). O ecumenismo depende de uma teologia desequilibrada.

No Velho Testamento, Deus sempre exigia pureza, santificação e separação das outras religiões. Antes de subir a Betel (casa de Deus), a família de Jacó teve que lançar fora seus “outros deuses” (Gênesis 35:2). Deus falou para Israel não ter nenhum outro Deus (Êxodo 20:1-3), e exigia uma intolerância absoluta em relação aos outros (falsos) deuses (Êxodo 22:20; 23:24). Adoração de qualquer outro deus é vista como desvio do Senhor (Êxodo 32:8; Juízes 2:12; 10:6). Josué insistiu na importância de servir somente o Deus verdadeiro, rejeitando os falsos deuses dos outros povos (Josué 24:14-15). Homens fiéis recusavam servir outros deuses, mesmo quando foram ameaçados de morte (Daniel 3:18).

No Novo Testamento, Deus exige a mesma pureza e santificação. Servir falsos deuses é voltar á escravidão (Gálatas 4:8-9). Por isso, devemos nos guardar dos ídolos (1 João 5:21; 1 Coríntios 10:14), pois a idolatria é um pecado que impede acesso ao reino de Deus e leva à condenação eterna (1 Coríntios 6:9-11; Apocalipse 21:7-8). Os ensinamentos da Nova Aliança não somente condenam a idolatria, mas toda e qualquer forma da impureza (2 Coríntios 6:14 - 7:1). Qualquer um que nos incentiva a aceitar doutrinas que não vêm de Jesus Cristo deve ser rejeitado (Gálatas 1:6-11; 2 João 9).

Como devemos agir?

Podemos ser pessoas santas num mundo influenciado pelo pluralismo e o espírito ecumênico? Como viver para agradar a Deus neste ambiente de compromisso e desrespeito pela verdade única que ele revelou? Consideremos alguns princípios bíblicos que mostram o que devemos fazer: Procurar viver em paz com todas as pessoas, amando como Jesus amou (Romanos 12:18);  Seguir a doutrina revelada por Jesus e seus apóstolos, como o fizeram os primeiros discípulos (Atos 2:42; Efésios 4:14-15); Pregar a mensagem da salvação oferecida exclusivamente por meio de Jesus (Atos 4:12);  Conhecer e pregar o único caminho à salvação por meio de Jesus Cristo crucificado (1 Coríntios 2:1-5; 2 Timóteo 4:1-4);  Rejeitar aqueles que ensinam outras doutrinas (Romanos 16:17-18); ‘ Manter a nossa separação e santidade (1 Pedro 1:16; Hebreus 12:14).

A importância da escolha certa

A pesar das palavras suaves de líderes de diversas igrejas e religiões, o servo de Deus precisa escolher entre o certo e o errado. Os verdadeiros líderes espirituais – as pessoas escolhidas por Deus para guiar o seu povo – não apóiam o pluralismo e o ecumenismo.

● Moisés, o libertador dos israelitas, não foi ecumênico (Deuteronômio 30:15-20).

● Josué, o homem que guiou o povo na conquista da terra prometida, não foi ecumênico (Josué 24:14-15).

● O apóstolo Pedro não foi ecumênico (Atos 2:36; 4:12).

● O apóstolo Paulo não foi ecumênico (Colossenses 2:20 - 3:4).

● Jesus Cristo, o Filho de Deus, não é ecumênico (Mateus 7:13-14).

Amor ao próximo

Rejeitar o pluralismo e o ecumenismo não reflete falta de amor. O verdadeiro amor busca a verdade (1 Coríntios 13:6), e sabe que a verdade nos liberta (João 8:32). Não salvaremos ninguém se tornarmos “cúmplices nas obras infrutíferas das trevas” (Efésios 5:11). Se tivermos amor, falaremos e seguiremos a verdade, pois assim alcançaremos a salvação e conduziremos outros à mesma bênção da comunhão eterna com o único e verdadeiro Deus (Efésios 4:15; 1 Timóteo 4:16). Se você ama a Deus e ama ao próximo, não seja enganado pelas falsas e perigosas noções do pluralismo!

por Dennis Allan

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Família - Projeto principal de Deus



“E formou o SENHOR Deus o homem do pó da terra, e soprou em suas narinas o fôlego da vida; e o homem foi feito alma vivente. E plantou o SENHOR Deus um jardim no Éden, do lado oriental; e pôs ali o homem que tinha formado”.Gn.2:7
 "Então o SENHOR Deus fez cair um sono pesado sobre Adão, e este adormeceu; e tomou uma das suas costelas, e cerrou a carne em seu lugar; E da costela que o SENHOR Deus tomou do homem, formou uma mulher, e trouxe-a a Adão. E disse Adão: Esta é agora osso dos meus ossos, e carne da minha carne; esta será chamada mulher, porquanto do homem foi tomada. Portanto deixará o homem o seu pai e a sua mãe, e apegar-se-á à sua mulher, e serão ambos uma carne”. (Gn. 2:21-24)


INTRODUÇÃO

Embora encontremos teólogos por aí dizendo que Adão e Eva nunca existiram e que o jardim do Éden é simplesmente uma lenda. O fato é que, de todas as coisas que Deus criou a obra prima de sua criação foi o homem, feito do pó da terra e a mulher, posteriormente de uma de suas costelas.

Na verdade, até mesmo a Trindade estava presente na criação de todas as coisas, inclusive a do homem. O Pai, o Filho e o Espírito Santo deram a sua contribuição para que a sua obra fosse de fato, a imagem e semelhança de Deus. Ao projetar o primeiro homem do pó da terra e soprando-lhe o em suas narinas o fôlego de vida trazendo-o a existência, Deus em nenhum momento quis transformá-lo em um robô. Este homem chegou ao mundo totalmente livre, para receber informações, adequá-las ao seu projeto de vida e conseqüentemente efetivar-se ao nível de deveres e direitos que passou a ter, visto que a lei de Deus já estava gravada em seu coração.

Deus então preparou um lugar paradisíaco um Jardim no Éden, para que Adão cuidasse dele. Este lugar não era um lugar imaginário e nem alegórico. Tratava-se de um tipo de reserva, um lugar separado, uma área semelhante a um parque florestal localizado a leste do atual estado de Israel em algum lugar da Mesopotâmia ou Arábia. Nesta verdejante reserva natural se encontravam as duas árvores que são fundamentais para tudo que se segue em toda a história da humanidade. Estas árvores eram meios físicos, utilizados por Deus para implementar realidades espirituais.

A árvore da vida - era uma árvore associada à concessão da Vida Divina incluindo a imortalidade, ou Vida Eterna. Já, a árvore da ciência do bem e do mal - representava a autonomia humana, governo próprio, o ir e vir ilimitado e irrestrito.

No Vers. 18 do cap. dois de Gênesis observamos que Deus enxerga o objeto de sua criação, notadamente solitário e sente-se na obrigação de dar a este, um presente, ou seja: uma companheira idônea, que lhe fosse amiga, alguém com que ele pudesse conversar, repartir todos os desafios que a vida oferecesse neste mundo. Alguém a quem ele teria a responsabilidade de cuidar, de amar e respeitar todos os dias. Enfim, alguém com quem pudesse compartilhar os seus sonhos, e que lhe fosse fiel numa parceria de intimidade, de romance, de vida a dois, de uma só carne. De fato, tendo uma vida de comum acordo com esta mulher que Deus o estava presenteando, a família propriamente dita tomaria forma.

Você conhece a história Bíblica. De um sono profundo, cirurgicamente da costela de Adão, Deus formou uma linda mulher, que passou a ser sua esposa, osso de seus ossos, carne de sua carne. Agora, não mais um, porém dois passariam a ter comunhão com o Criador, que todos os dias os visitavam no jardim, verificando se tudo estava correndo bem com o casal, o melhor de sua criação. Para onde quer que olhassem, a beleza do jardim os deixavam plenamente satisfeitos e integrados à sua nova realidade, ou seja, viveriam para Deus o Criador e se doariam um para o outro, sem constrangimento, sem culpa, com inteira e total liberdade.

Dia após dia nada desabonava a conduta do casal. Apenas tinham que lembrar de uma ordem que Deus lhes dera tão logo que chegaram à existência, ou seja: A condição para permanecerem neste lindo lugar estava literalmente ligado à obediência total a Deus, pois a mesma consistia no seguinte: “De toda árvore do jardim podiam comer livremente, mas da árvore da ciência do bem e do mal, dela não poderiam comer, porque no dia que dela comessem, certamente morreriam”.

O final desta história, provavelmente já é do seu conhecimento. A serpente traiçoeira e sagaz seduz a Eva oferecendo-lhe a chance de conhecer o lado diferente da vida, ou seja, o lado do pecado. Comendo do fruto os seus olhos se abririam para o inesperado, para o desconhecido que lhes fora negado por Deus no intuito de preservá-los. Porém a apresentação deste outro lado, na verdade significaria desobedecer à ordem simples que Deus dera ao casal. Em um gesto consciente e decisivo, Eva pegou do fruto e seus olhos e sentidos se afloram.

Estava evidenciando o até então desconhecido e nesta aventura não queria ficar sozinha, uma vez que tinha um parceiro. Então ofereceu, sem demora o produto de seu devaneio a seu marido que aceitou sem protelações ou questionamentos recebendo então em seus corpos, em suas mentes, em e espíritos a maldição do pecado. Do fruto comido e ao acender da consciência em culpa, obriga-os a se esconderem de Deus. Agora de vez de se refugiarem nos braços do Eterno como de costume, sempre que vinha ao jardim visitá-los, eles fogem de sua presença. A Santidade de Deus, o Criador os constrangem. Não podem e não querem encará-lo, por causa da culpa, do medo. Preferem cobrir-se com folhas de figueira e esperam ansiosamente pelo veredicto da parte do Senhor. Veredicto um tanto idêntico quando ao que Jesus Cristo, séculos sentenciou quando não viu frutos na figueira, Ele simplesmente a amaldiçoou para que nunca mais lhes nascesse frutos.

Agora teriam que abandonar imediatamente o paraíso. Aquele lugar lindo e maravilhoso não podia ser mais o seu lar. Eles são agora expulsos literalmente. Querubins são Anjos colocados na entrada para que uma vez expulsos fossem energicamente impedidos de retornar. Uma espada flamejante se movia em todas direções na entrada do jardim, reforçando assim a autoridade daqueles Querubins do Senhor. Seus dias seriam limitados. Não mais viveriam eternamente. A árvore da Vida seria sua esperança dia após dia, cumprindo cerimoniais de expiação, para poder pela lei e confiados tão somente na Graça e misericórdia de Deus serem alcançados pela fé. O marido teria que ir à luta para suprir as necessidades de sua casa e a mulher com dores geraria os seus filhos. E a serpente amaldiçoada a espera do Redentor que Vive e Reina para lhe pisar na cabeça.

Graças ao bom Deus, pois o seu amor é tremendo e através dos tempos e especialmente através da nação de Israel providencia o nosso livramento. Gerações se sucedem até a chegada de Jesus Cristo, o Unigênito de Deus ao mundo em forma humana, nascido de mulher, que habitou entre os homens, teve uma vida normal em obediência e nesta obediência se entregou, se ofereceu à morte de cruz, para tomar o lugar de Adão. A Bíblia em Romanos 5:18-21 nos diz: "Pois assim como por uma só ofensa veio o juízo sobre todos os homens para condenação, assim também por um só ato de justiça veio à graça sobre todos os homens para justificação de vida. Porque, como pela desobediência de um só homem (Adão), muitos foram feitos pecadores, assim pela obediência de um (Jesus Cristo) muitos serão feitos justos. Veio, porém, a lei para que a ofensa abundasse; mas, onde o pecado abundou, superabundou a graça; Para que, assim como o pecado reinou na morte, também a graça reinasse pela justiça para a vida eterna, por Jesus Cristo nosso Senhor”.

Preste atenção amados. Em Jesus Cristo cada componente da família de Deus, tem pela fé acesso a árvore da Vida. Cada família pode e deve em Jesus Cristo ter acesso ao Jardim do Éden. A Arvore da vida está plantada neste jardim. A maldição do pecado, uma vez em Jesus Cristo não pode arrancá-la, não pode destruí-la. Mesmo que Satanás repita a velha cena todos os dias, oferecendo e seduzindo o povo de Deus, você pode e deve buscar a ajuda do Espírito Santo para não se deixar contaminar. Não vale a pena se deixar seduzir pelo enganador que está à espreita tentando tragar um maior número de pessoas. É hora amados de reconhecer Jesus Cristo, como o único e suficiente Libertador, Salvador e Senhor de nossas vidas. Só através Dele temos acesso a arvore da vida.

Bom, o que será que o Senhor quer ensinar-nos nesta oportunidade, através de fatos ocorridos há tanto tempo atrás?
Veja amados, alguns princípios, que se praticados à luz da Palavra de Deus, com certeza nos ajudará a entender o plano, o projeto que Deus tem para as nossas famílias.


Primeiro Princípio - É o da criação que se renova a cada dia...

A cada dia no mundo novas famílias nascem. Em toda parte do planeta chamada terra homens e mulheres se encontram, para juntos formarem suas famílias.

O ponto de vista de Deus ainda permanece, no sentido de que: “O homem não foi feito para viver só. Ele precisa de alguém que o complete”. É desejo de Deus ainda, que o habitat deste casal, seja de fato um lugar separado, uma reserva especial e natural. Cada família tem necessidade de viver o seu jardim do Éden.

Amados, quando um homem encontra o seu cônjuge e pelos laços do matrimônio oficializa esta união, é seguramente da vontade de Deus, que o amor que um nutre pelo outro perdure até que a morte os separe. Infelizmente esta não é uma realidade que vivenciamos principalmente em nossos dias. Os noivos já entram na Igreja na predisposição que se não der certo a opção é o divórcio.
A cada compromisso que novos casais celebram no altar:

*Deus na verdade espera que estes se mantenham íntegros e que de maneira nenhuma chegue perto da árvore da ciência do bem e do mal.

*Deus espera que este relacionamento seja pleno, seja santo, seja sólido, seja duradouro.
*Deus espera que estes casais não repitam a cena de Adão e Eva se deixando seduzir pelas artimanhas do diabo.
*Deus espera que estes casais não passem o vexame de viverem uma vida inteira se escondendo, se esquivando de receber a sua preciosa visita em seu Jardim do Éden, porque pecaram em alguma área contra Deus.
*Deus espera que as suas consciências estejam dia após dia preservadas, evitando assim de serem expulsos do jardim e obviamente impedidos de comer da árvore da vida.

O que quero dizer nesta oportunidade é que o seu lar aos olhos de Deus deve ser um lindo e maravilhoso jardim, onde deve reinar a paz, a alegria, a união, o amor, o perdão. Este jardim deve ser cultivado de tal forma que a cada dia haja uma renovação de expectativas, de sonhos e de conquistas.

Deve ser um lugar onde Deus tenha prazer de chegar, de ter comunhão com seus componentes.

Segundo Princípio - Deve-se ter a liberdade com compromisso de fidelidade a Deus

A mesma liberdade dada por Deus ao primeiro casal, é concedida de igual forma a todas as famílias espalhadas na face da terra. Não faz parte do caráter de Deus, o ser arbitrário ou ditador, muito menos controlador de sua criação. A todos de igual forma são dados deveres e direitos. Deus nunca impôs e nunca imporá condições, forçando, colocando pressão em sua criação para ama-lo. O amor a Deus deve ser incondicional, espontânea, livre. Deus não é tirano. Deus espera que cada pessoa da família viva em completa liberdade, porém Ele quer que você tome ciência de que a sua estabilidade esta atrelada a Deus. A sobrevivência da família passa por admitir tão somente a livre e espontânea vontade, a presença de Deus. Fora de Deus não pode haver felicidade e paz no seio familiar. Fora de Deus a árvore da ciência do bem e do mal sempre será uma opção que trará desmantelamento dos relacionamentos. Na experiência de Adão e Eva vemos isto claramente acontecer.

Antes da desobediência:

*Tudo era harmonia
*Tudo girava em torno da presença amorosa de Deus
*Havia paz, havia a facilidade no relacionamento do casal.
*Eles viviam cada dia para Glória de Deus e um para o outro cumprindo assim o mistério de uma só carne.
Depois da queda experimentaram sentimentos jamais vividos anteriormente, tais como: Sentimentos de medo, de angustia, de insegurança, de vergonha, de dor, de culpa, de remorso, de falta de paz e de ódio.

A Bíblia diz em:


I Pedro 2:15,16 - "Porque assim é à vontade de Deus, que, fazendo bem, tapeis a boca à ignorância dos homens insensatos; Como livres, e não tendo a liberdade por cobertura da malícia, mas como servos de Deus."

II Co. 3: 17-18 - "Ora, o Senhor é Espírito; e onde está o Espírito do Senhor, aí há liberdade. Mas todos nós, com rosto descoberto, refletindo como um espelho à glória do Senhor, somos transformados de glória em glória na mesma imagem, como pelo Espírito do Senhor”.

Terceiro Princípio - Restauração do Paraíso Familiar

Amados, preste atenção no que quero dizer-lhes: “A família de hoje precisa fazer constantemente a manutenção de seu Jardim, procurando ter uma consciência pura, afastando-se diariamente da sedução do pecado, para não ser achado em falta por Deus”.

A Experiência vivida pelo primeiro casal depois de serem confrontados por Deus por causa da desobediência, necessariamente não precisa ser vivenciado por você e seu cônjuge. Procure manter constantemente o seu jardim, o seu lar, a sua família adubada. Qualquer planta que não se observar à qualidade em seu tratamento diário e constante, com certeza não durará muito tempo.

*Nunca faça a sua opção pelo engano, pela mentira, pelo pecado.
*Mantenha em dia a sua comunhão com o Senhor e com os seus.
*Ouça a voz de Deus. Ele diz: “Não toque na árvore da ciência do bem e do mal, para que não venhas a morrer”.
*Tenha prazer em curtir a sua família, seu marido, sua esposa, seus filhos. Tire tempo de qualidade com cada um deles.
*Não busque fora de seu lar, modelos de pecados. Deixe a fornicação e o adultério de lado.
*Pare com as brigas. Não vale a pena viver brigando com pessoas de sua família. A Bíblia diz, que se depender de nós devemos ter paz com todos os homens.

*Não faça nada que venha a se arrepender depois.
*Procure ajuda de Deus para restaurar os seus conceitos e valores
*Olhe para a sua família com o olhar de Deus.
*Ame a sua família com o amor de Deus.
*Perdoe a sua família com o perdão de Deus.
*Viva para os seus, dando-lhes honra e prioridade.

Ouça bem: “Você não precisa passar pela humilhação de ser expulso da presença do Senhor. Os anjos que devem estar ao seu redor, ao redor de sua casa são para protegê-los e livrá-los de perigos e não para serem agentes de punição”.

Gl. 5:13-14 - "Porque vós, irmãos, fostes chamados à liberdade. Não useis então da liberdade para dar ocasião à carne, mas servi-vos uns aos outros pelo amor. Porque toda a lei se cumpre numa só palavra, nesta: Amarás ao teu próximo como a ti mesmo."

Amados, este é uma oportunidade especial que Deus lhe dá para que você ser confrontado pela Palavra. Você pode ter as seguintes reações:

1. Você pode ter acabado de ouvir estas considerações e ainda preferir continuar no engano, na mentira e com isso acumular sobre si mais maldições.

2. Você pode também preferir ficar com as suas justificativas, de que o jeito que você vive, mesmo que desagradando a Deus e ferindo sensivelmente a sua consciência e a sua família, é a opção melhor que você tem encontrado para viver e por isso você não abre a mão.

3. Você pode reconhecer suas falhas e pecados agora mesmo e tomar a atitude de querer mudanças para melhor em sua vida pessoal e familiar.

Não crie justificativas. Se entregue sem reservas ao Senhor. O mesmo Deus que amava e se interessava em estar com o primeiro casal naquela bela reserva chamado Éden, é o mesmo hoje que lhe convida a ter um relacionamento mais estável e duradouro com Ele.

Deus os abençoe em Cristo Jesus...



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